quarta-feira, dezembro 01, 2010


Long for nothing at all.
Draw back to the cave.
Need an instant to shut
the eyes and slip away...

Something's bubbling inside,
made of nothing at all.
Stare an instant into
the mirror on the wall.

Reckon old fears and dreams
in the dark of the eyes.
Find them bubbling within,
getting ready to fly...

Scared of the things unseen.
Tired of what ain't new.
Warm up all fears and dreams.
Search inside for the thruth.

domingo, novembro 28, 2010

Democracia - A Miséria Está nas Nossas Mãos


A Democracia, por definição, é um regime que o poder está nas mãos dos cidadãos. Como no Universo nada é linear, a democracia também não é excepção, daí termos várias variantes. Em traços muito gerais, podem-se dividir estas variantes todas em dois grandes grupos: a Democracia directa, Democracia no sentido lato; e a Democracia representativa, uma Democracia confortável, em que os cidadãos elegem alguém que tome decisões por si. Para que os cidadãos possam decidir, ou decidir a quem atribuem o seu poder de decisão, são necessários votos. No que concerne ao voto, essa pedra angular da Democracia, enquanto nalguns países é um direito, noutros, é um dever.

Na República Portuguesa vive-se uma Democracia representativa, mais exactamente, uma Democracia parlamentarista, partidária, em que o voto é um direito. O curioso é que após um extenso historial de demandas pelo fim das injustiças e das desigualdades, por direitos e pela liberdade, é inferior a 50% a percentagem de cidadãos que efectivamente exerce o seu direito de voto em Portugal. Os cidadãos devem recensear-se a partir dos 18 anos, mas são poucos os que realmente o fazem. Dos cidadãos recenseados, são poucos os que vão às urnas.

Apesar de isto ser uma análise muito básica e simplista, creio que seja este o Calcanhar de Aquiles da nossa Democracia. Não funciona porque a sua essência praticamente não existe, os cidadãos desresponsabilizam-se do poder que têm nas mãos. A liberdade tem destas coisas, implica responsabilidade - e, como diz um amigo meu - «ó que coisa chata»...

Eu poderia terminar este artigo após esta introdução, este desenvolvimento e esta conclusão, pois estender-me mais poderá ser massador para quem optou por lê-lo. De qualquer forma e, uma vez que quem lê é livre, deixo o poder de decisão de continuar a ler este artigo nas mãos do leitor e opto por continuá-lo, com ou sem a sua companhia.

No seguimento do referido acima, urge perguntar - mas afinal, porque é que os cidadãos não votam? Para não me colocar acima de ninguém, começo por mim, que não votei nem nas legislativas, nem nas autárquicas em 2009, pois foi exactamente nessa altura que mudei de residência e era muito cedo para me deixarem votar por antecipação na zona de residência antiga, ao mesmo tempo que era tarde de mais para ter direito a voto na nova zona de residência. Para além disso, o voto por correspondência era só para os emigrantes. Ainda descobri na internet que haviam testes para possiveis sistemas de votação electrónica, ou de votação em mobilidade, em papel, mas pelo que aferi, não eram até à data exequíveis por uma panóplia de motivos. De qualquer forma, creio que a maioria das razões de não voto sejam diferentes das minhas.

Quando questiono as pessoas acerca de exercerem ou não o seu poder de voto, as que não votam apontam-me vários motivos, os quais agrupei segundo um conjunto de três categorias, às quais chamo o 3D da abstenção:
- Desinteresse - o cidadão não se identifica com a política, não quer fazer parte dela e não quer que ela faça parte da sua vida;
- Desilusão - o cidadão perdeu a esperança, considera que os políticos são todos uns grandes bandidos, que todos os partidos são iguais e que só querem chegar ao poder, para encherem os seus bolsos e os dos seus amigos;
- Desconhecimento - o cidadão não percebe nada de política, nem de partidos políticos, daí ver-se impotente para tomar qualquer decisão que seja.

Mediante estes factos, ouso dizer que é necessário fazer algo para mudar esta situação e salvar estes cidadãos destes estados de espírito negativos e depressivos. Assim, apelo a todos que tentem compreender e motivar os vossos amigos a exercerem o direito de voto em todas as eleições! Façam-no como entenderem melhor, as próximas eleições são as Presidenciais de 2011, pelo que podem começar já a praticar:
- Aos desinteressados - digam-lhes que não é uma questão de interesse, é uma questão de cidadania e de viver em sociedade, se não querem saber nada disto, então não desfrutem da vida em sociedade, isolem-se e vão viver para o meio do mato, que também é interessante!
- Aos desiludidos - antes de mais, digam-lhes para tentarem não criar muitas ilusões, claro que seria excelente haver alguém que abdicasse da sua vida, dos seus sonhos, objectivos e interesses para viver apenas em função de nós próprios e do nosso bem estar, mas a essas pessoas, salvo raras excepções, chamamos Mãe, e mães cada vez há menos, é muito complicado ser-se mãe, as mães hoje em dia optam muitas vezes por não o ser, para não perderem o emprego, algumas mães até são despedidas por cidadãos que não votam, vejam lá... De qualquer modo, para além das mães, ainda há políticos que não são corruptos e que estão há espera de que votem neles, para poderem mostrar aquilo que valem.
- Aos que desconhecem - digam-lhes que o saber não ocupa lugar, ofereçam-lhes dicionários, jornais, rádios, TV's, acesso à internet, tudo o que eles precisam é saber ler e ouvir, coisa que, com o devido respeito às pessoas com impedimentos físicos e não alfabetizadas, são acessíveis a qualquer um.

Para maiores esclarecimentos, aqui fica o endereço do Portal do Eleitor: http://www.portaldoeleitor.pt/

domingo, novembro 14, 2010

O que faz mover as mulheres?
Se houvesse resposta simples...

Diz por sinal que é o coração,
Mas quantas o não têm de todo?

Diz que as movem os sentimentos.
Eu vejo-os, mas tão obscuros...

Pensei que fossem passaros,
Mas poucas experimentam voar...

Comparam-nas à Natureza,
mas tornaram-se artificiais.

Deviam brilhar como estrelas,
Mas muitas são a escuridão.

Magoam-me algumas mulheres,
Mas ainda há aquelas que curam.

segunda-feira, novembro 08, 2010

Escape


Tonight,

ran away tonight

hid myself from light

escaped from event


Tonight,

sang my soul inside

danced my moves tonight

left before it ended...

domingo, novembro 07, 2010

O Eixo


Na vida, parecemos rodar em torno de um eixo.

É impressionante, quando o olhamos de soslaio,

sem motivo, ao fim de tantas voltas estonteantes,

e nos invade aquela certeira e subtil sensação,

de que a ultima vez não é nunca a vez derradeira...

terça-feira, novembro 02, 2010

A primeira e a última vez...


Não há memórias mais bonitas do que aquelas que ficam das primeiras e últimas imagens que guardamos de algo, ou de alguém. A primeira é efusivamente repleta de entusiasmo, a última é intensamente coberta de saudade. A primeira corta-nos a respiração, enquanto a última nos deixa o coração apertado.
Um dia vou abrir os olhos e vou olhar para tudo e para todos, todos os dias, como se fossem a primeira e a última vez...

sexta-feira, outubro 29, 2010

Relações e ralações...


Há alguns dias estive para ser brusca com um amigo... não o fui, mas não foi por isso que a vontade se dissipou totalmente, daí eu ter decidido pôr um ponto final na situação, transformando impulsos em letras e despejando-as todas aqui...
Ele não é bem meu amigo, não consegue, creio. Eu sou ainda amiga dele, mas isso não é esforço, é um traço da minha personalidade, creio eu. As amizades entre homens e mulheres são difíceis de cimentar.
Por entre uma conversa sobre a vida alheia, eu digo-lhe algo que ele interpreta de forma diferente e que o leva a questionar-me acerca de eu ter um namorado. Eu respondo-lhe que não, na brincadeira digo-lhe que estou a viver um "retiro espiritual" e deixo escapar que tive apenas um amor de Verão. Ele questiona-me, em tom de admiração, sobre como é que eu aguento, uma vez que o Verão já lá vai há um bom tempo. Eu levo a conversa para a brincadeira e peço-lhe que imagine que é uma mulher e que olhe à sua volta. Uma vez que viémos ambos de outras paragens e vivemos no mesmo local, um sítio pequeno e de mentalidade dominante questionável, foi a forma que na altura encontrei para lhe dar a compreender a minha opção. Embora ele, na sua imensa masculinidade, tenha retorquido que esse exercício seria para ele impossível e, dessa volta, tenha voltado a insistir em acentuar como não conseguia compreender a minha solitude, como se de uma coitada eu me tratásse.
Ora é a partir destas pequenas coisas que eu classifico as pessoas como sendo ou não minhas amigas. A pessoa que insistia em apontar-me o dedo é, na verdade, alguém declaradamente insatisfeito com a vida que tem, com uma relação com uma mullher que já não ama, apenas suporta, mas a quem se prende por questões familiares, profissionais e financeiras, que criou raízes num local ao qual também já não se apega, mas onde tem de permanecer por força de outras razões... e mais não acrescento à descrição da personagem, pois não vale a pena preencher mais o quadro...
O que me magou e me fez surgir a vontade de imediatamente o confrontar, impulso esse que controlei, foi a forma como ele se evidênciou e se elevou ao tentar-me diminuir-me, fazendo-me parecer um ser estranho, que optou por um caminho sociavelmente incompreensível.
Controlei o impulso, pois conheço suficientemente essa pessoa para concluir que a magoaria muitas vezes mais do que ela a mim, se realmente lhe fizesse ver a sua imagem "no espelho". Como dizia Gandhi, «olho por olho, e o mundo acabará cego».
Não me esforço para falar com ele desde então e acho que nos próximos tempos não vou ter vontade de o fazer... Não estou zangada, estou apenas com a sensação de estar a preocupar-me com alguém que não vale a pena o esforço. Não considero de forma alguma que ele tenha culpa disso, pois dar-lhe atenção foi opção minha, estou apenas com a sensação de estar a perder tempo. Se eu tivesse ficado no meu canto, isto não teria acontecido e eu não teria nada para lamentar...
Utilizando uma expressão de outro moço que conheço, posso classificar a minha conclusão desta situação como "saber de experiência feito", pois não creio que volte a dar espaço para algo do género voltar a acontecer. Por fim, utilizando um expressão minha, "errar é humano, repetir o erro é burrice" e eu ainda me tenho em alguma conta ;)

segunda-feira, outubro 25, 2010

Um daqueles dias...


Hoje é um daqueles dias em que conto as páginas que faltam para encerrar mais um capítulo. Faltam poucas.

Vejo-me porém embrulhada nelas, são as que faltam, as decisivas, todas as outras foram desfolhadas de ânimo leve, com curiosidade, com entrega ao que tem de ser, ao sabor da corrente... Mas estas últimas não, estas são as decisivas, as determinantes, as que deixam transparecer um desfecho único, por entre os desfechos possíveis e deduzíveis. São aquelas que quero ler atentamente, mesmo nas entrelinhas - nessas principalmente - para ter certeza absoluta de que não vale a pena voltar atrás, pois já não há volta desta vez; eu não costumo voltar atrás, voltar atrás é quase sempre um desalento.

Tudo toma outras proporções nestas últimas páginas, nunca se inicia devidamente um novo capítulo quando o anterior não foi devidamente interiorizado, a ausência disso abre espaço para dúvidas e hesitações desnecessárias... deixa-nos sempre com um «e se...» a ressoar cá por dentro, quando não há uma boa compreensão da experiência.

Eu tenho uma necessidade muito grande de que esta experiência fique bem cimentada, pois preciso disso para fechar o ciclo. Foi daqui que eu parti com as aspirações e ferramentas que me fizeram cá voltar a custo de uma ironia do destino, do devir, de uma lei desconhecida do Universo, ou sabe-se lá do quê. É aqui o meu porto de abrigo, onde eu me renovo, me redescubro e me revigoro. É aqui que eu largo tudo, que eu me dispo, me desprendo e me desligo, para poder partir mais leve.

É aqui, onde o mar se perde no horizonte, o chão treme e a Terra nasce, que eu me reencontro, me agito e renasço também.

quinta-feira, julho 01, 2010



Dadas as circunstâncias da vida, há sensações que só se podem expressar por letras. São aquelas tais que tentamos despejar de alguma forma, antes que nos corroam por dentro, ao mesmo tempo que esperamos que ninguém as leia, para que, na boa vontade que existe na preocupação para com o próximo, não nos venham pedir esclarecimentos sobre aquilo que não queremos esclarecer, apenas queremos simbolicamente livrar-nos de tais sensações.

Aceitar que não podemos ter o que queremos é uma atitude sábia de passividade, de respeito para conosco próprios, para com os outros e para com a vida. Mas lutar contra a vontade de querer o que sabemos e aceitamos que não podemos ter é avassalador. Principalmente quando esse querer é tão verdadeiro e grande quanto a realidade que não possibilita a sua satisfação. O vazio a que dá lugar é tão grande quanto a vontade exacerbada de o querer preencher.

Para quê tanta vontade de ir em frente, sabendo de ante-mão que a estrada não tem saída? Quem diz que o Ego é a fonte de todo o sofrimento é bem capaz de ter toda a razão. O problema é que dificilmente alguém sabe ser algo que não o próprio Ego.

Não termino com nenhuma conclusão em concreto, pois não há muito a concluír. Creio que tudo se resuma ao engenhoso cliché que diz: «O que não tem solução, solucionado está».

domingo, junho 06, 2010

Promessas, promessas...


Embora ao longo da vida tenha vindo a detestar promessas, tanto as que me fazem, como as que sou eu a fazer, hoje surgiu-me uma vontade incontornável de me prometer a mim mesma que vou passar a escrever com mais frequência aqui.

Prometer é fácil, não cumprir também o é, mas prometer e cumprir hoje em dia é quase uma quimera, por isso não gosto de fazer promessas quando não sou eu que controlo o amanhã, por isso não gosto que me prometam aquilo que eu não pedi, pois isso dá-me o direito de exigir algo que para mim não é à priori importante, ao mesmo tempo que me induz irremediavelmente a desiludir com quem promete e não cumpre.

Quanto às minhas promessas para comigo mesma, a verdade é eu não me posso ser infiel ou desiludir-me a mim própria, pois não me posso iludir acerca de alguém que conheço tão bem. A ideia de podermos ser infiéis a nós próprios, para mim não passa de uma grande treta, podemos até ser infiéis aos princípios que entendemos correctos, mas mesmo nesses momentos estamo-nos a ser fiéis, cegamente fiéis, até podemos não querer ser quem somos, mas até aí nos estamos a ser fiéis, pois mais ou menos seguros de nós, é impossível sermos outro alguém senão nós próprios.

Assim, prometo-me algo que tenciono cumprir, mesmo sabendo que as rotinas para mim são problemáticas. Pois mesmo assim, rotina por rotina, esta até me sabe bem...

quarta-feira, maio 12, 2010


Há algum tempo que não me dava para aqui o chamamento...

Normalmente, quando estou perdida, é aqui que me encontro.

Estou novamente perdida, muito perdida.

Não de paixão, infelizmente,

mas daquela perdição de não parar em mim de descontente.

Não estou triste, estou irrequieta, muito irrequieta.

Não de ansiedade, infelizmente,

mas daquela inquietude de não parar em mim de desnorteada.

Quando se está ansiosa é porque se sabe o que se aguarda.

Quando se sabe o que se aguarda, mal ou bem sabe-se alguma coisa.

Eu não aguardo nada e não sei coisa nenhuma.

Não saber é inquietante, desnorteante e leva-me à perdição...

sexta-feira, março 19, 2010

Sobre mim...


Normalmente quando falo muito é porque escrevo pouco. Não é que seja uma relação totalmente linear e sempre válida, mas ultimamente tem-se revelado um facto :)


Este é o espaço onde mergulho e, efectivamente, os últimos tempos têm sido passados à superfície...

terça-feira, fevereiro 02, 2010

O Primeiro Post do Ano :)

No seguimento do empurrãozinho dado pelo blogger Piotr, Pedro e coisas piores para os amigos, decidi finalmente colocar o primeiro post do ano.

Sem nada de concreto em mente, lembrei-me de fazer um post típico de início de ano repleto de considerações, reflexões, previsões, passado, presente e futuro.

Começando pelo passado, a primeira coisa que me ocorre é, «ish... olha só o que já lá vai!». Até agora, viver é algo que sempre me remexeu as ideias, se não me falha a memória, desde cerca dos meus 4 anos que tenho este tipo de crises existênciais. Ele há dias em que olho para o mundo e parece que é tudo um grande filme, ou um daqueles romances com centenas de páginas, nos quais nos perdemos a devorar vidas alheias e existencias imaginárias, que por instantes se tornam reais. Não obstante, há também neste contexto duas outras coisas que me fascinam imenso: Uma delas são as pessoas, os lugares e as coisas que nunca mudam ou nunca desaparecem; ao pé delas a noção de tempo não faz sentido, é como se se reunisse o passado, o presente e o futuro num mesmo instante e esse instante fosse eterno. A outra é exactamente o oposto; são as pessoas, os lugares e as coisas que passam pela nossa vida ou, se preferirem, pelas quais passamos, e que são efémeras... pessoas, lugares e coisas que nos acontecem uma pequena vez na vida, mas que nos trazem mudanças que se reflectem pela vida inteira. Viver é algo ao mesmo tempo tão simples e tão complexo, talvez tenham razão os Budistas, quando dizem que o Universo é feito de opostos...

Agora, atravessando o espaço-tempo para o presente, dou por mim a matutar se realmente vivo o presente como supostamente deve ser vivido e, a conclusão a que chego é que... tenho dias: Tenho dias em que vivo o presente exactamente como o quero viver; tenho outros dias em que vivo o presente como as circunstâncias da vida o condicionam; tenho dias em que não vivo o presente de todo, pois deixo-me dominar pela ansiedade de querer saber o futuro e acabo perdida em suposições e divagações.

O futuro é um local espacio-temporal onde tudo ainda está por acontecer e onde todas as hipóteses se reúnem. Eu gosto muito do efeito surpresa que tem o futuro, principalmente quando sou surpreendida pela positiva, creio que a surpresa seja um dos principais temperos da vida. Por outro lado, não sei se é por ser mulher, ou por ter apreendido rapidamente o efeito de causa e consequência, a minha intuição raramente me engana, o que me elimina muitas vezes o efeito surpresa, principalmente quando a surpresa não é das melhores. Há muita gente que adora ter razão mas, muitas vezes ter razão é, para mim, das coisas mais entediantes da vida. Talvez um futuro equilibrado seja termos tanto daquilo que esperamos, como daquilo que não nos passa pela cabeça...

Por hoje é tudo ;)
Partilhar