segunda-feira, dezembro 21, 2009

Afinal o que é isso do Yule???


Agora q o paganismo voltou às luzes da ribalta e eu até tenho pagãos na minha face-rede, começo a deparar-me com coisas sobre as quais não estou habituada a ouvir falar, como por exemplo essa coisa do Yule.


E o q é q faz 1 internauta quando ñ pesca nada do assunto? Ora bem, vai à Wikipédia e ao Google, como é obvio!


Yule é uma celebração do Norte da Europa que existe deste dos tempos pré-Cristãos. Os pagãos Germânicos celebravam o Yule desde os finais de Dezembro até aos primeiros dias de Janeiro, abrangendo o Solstício de Inverno. Foi a primeira festa sazonal comemorada pelas tribos neolíticas do norte da Europa, e é até hoje considerado o inicio da roda do ano por muitas tradições Pagãs. Actualmente é um dos oito feriados solares ou Sabbats do Neopaganismo. No Neopaganismo moderno, o Yule é celebrado no Solstício de Inverno, por volta de dia 21 de Dezembro no hemisfério Norte e por volta do dia 21 de Junho no hemisfério Sul.


Na Península Ibérica é costume festejar-se o Yule Ibérico, organizado conjuntamente pela Ordem Portuguesa de Wicca e pela Ordem Espanhola de Wicca.


Fonte: Wikipédia


Trocando isto por miúdos, afinal o Yule é uma espécie de Natal, que se celebrava antes de os Romanos terem inventado o Natal. Basicamente leva quase o mesmo tempo que decorre desde o início do Inverno até ao dia dos Reis Magos. Só que em vez de se celebrar o nascimento do menino Jesus, celebrava-se o nascimento do rei Sol. Também há uma mãe, q era um deusa a q chamavam Mãe e, quanto ao pai, não o mencionavam na história que eu encontrei:


Podem ouvir este english spoken fairy tale super cómico, com um maravilhoso sotaque scotish, sobre o nascimento do rei Sol: http://woodlandtales.com/Mp3/Yule%20Story%20remix.mp3

domingo, dezembro 20, 2009

Casamento Homossexual - Referendo Sim ou Não???


Actualmente protesta-se pelo facto de a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo não ir a referendo. Basicamente, o que se passa é q pessoas q têm direitos, consideram-se no direito de decidir se uma minoria terá direito ou não à igualdade.

Hasteiam-se em prole disso as bandeiras constitucionais, morais e éticas. Diz-se que a estrutura da sociedade não está preparada para essa mudança radical e q isso terá implicações na lei da adopção, pois é preferível q as crianças orfãs permaneçam em instituições onde estão vulneráveis a maus tratos e abusos sexuais, a terem pais do mesmo sexo.

No q respeita às mudanças bruscas da estrutura da sociedade, que eu entenda a sociedade também não está preparada para o aumento brutal da criminalidade violenta, apesar de ela ser, na prática, permitida. Isto é, o Ministério Público só autoriza a prisão de indivíduos em situação de flagrante delito. Por exemplo, eu posso assaltar alguém e posso faze-lo vezes sem conta, até q as vítimas tenham provas fidedignas de q fui mesmo eu. A polícia pode saber q eu sou uma assaltante, mas se não reunir elementos q o provem, ou não me apanharem em flagrante, podem-me prender à vontade, pois no dia a seguir o Ministério Público dá-me ordem de soltura. Definitivamente não conheço sociedade nenhuma com estrutura para isto e também nunca houve referendo a este respeito. Já acompanhei várias vezes esta realidade de perto, mas as coisas simplesmente são assim e ninguém questiona...

Voltando aos direitos das pessoas que ousam expressar as suas opções sexuais e q, por isso, são considerados cidadãos de 2ª categoria, revolta-me profundamente que uma imensidão de heterossexuais infelizes, provavelmente sexualmente insatisfeitos e q não têm mão nas suas proprias vidas, se veja no direito de opinar sobre vidas q não lhes dizem respeito.

Eu também não gosto de ver gente imbecíl, ignorante e q só diz baboseiras nos espaços públicos q frequento e q remédio tenho eu senão gramar com eles. Também acho q há muita gente q é burra e faz força, com direitos q não deveria ter, sei q muitas pessoas partilham desta opinião, mas nunca ouvi nenhuma a pedir um referendo...

sexta-feira, dezembro 18, 2009


As estrelas necessitam da escuridão para poderem brilhar. Se só houvesse claridade, ninguém repararia nelas.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Vivências


Nós somos selectivos.

Um mestre mau não é necessariamente um mau mestre. Já tive mestres maus e bons, maus e bons mestres e, em todos casos, retive o melhor que pude. Hoje dou por mim a aplicar e ensinar tanto os ensinamentos dos mestres que me despertaram a curiosidade e me aguçaram o intelecto, tanto como os daqueles que me excluiram, me dificultaram a vida e me arrasaram a motivação.

Os ensinamentos são maiores do que quem aprende e maiores do que quem ensina. A aprendizagem são caminhos que percorremos para atingirmos os ensinamentos e os mestres, bons ou maus, são os guias que nos aceleram ou atrasam o percurso. Bons ou maus, os mestres nunca nos impedem de atingir um ensinamento, poderão facilitar ou dificultar ao máximo, mas terminar o percurso é algo que só depende da própria vontade.

Quando atingimos um ensinamento e o interiorizamos, através da experiência adquirida no caminho que até ele percorremos, tornamo-nos mestres. Aí cabernos-à guiar os caminhos de outros aprendizes. A forma como guiaremos esses caminhos dependerá do que retivémos dos mestres que antes nos guiaram e da forma como quereremos transmitir os conhecimentos que adquirimos.

Tudo começa e termina na nossa vontade.
Partilhar